Viramos mochileiras, e agora?

post-chegada_berlin

Depois de sermos merecidamente zombadas pela bagagem exagerada, nos vimos obrigadas a trocar as malas por mochilas. Lá se foram mais euros do que queremos lembrar e pra trás ficaram os não-tão-essenciais (pra não dizer completamente desnecessários) itens; os 23kg viraram 15kg, com muito esforço e alguma dor no coração.

E começa a saga Ryanair, com seus preços ilusoriamente baixos. Imprimir o bilhete? Extra. Marcar assento? Extra (mas vamos combinar que ninguém morre de passar umas horinhas umas fileiras pra trás dozamigue). Oxigênio terapêutico (o que quer que isso seja)? Extra. E nossa bagagem, que passava longe dos limites de peso e tamanho, saiu o preço da passagem em si.

Mochilas a postos, lá fomos nós.mochila

Irlandeses sendo irlandeses: um taxista, vendo nossa situação no ponto, nos ofereceu a corrida até o aeroporto pelo preço do ônibus. Indo contra todo sermão dos nossos pais (desculpa, Moas), de pronto pulamos no carro e rapidinho estávamos na interminável fila do aeroporto, cercadas por crianças chorando e pessoas fazendo malabares com o excesso de peso da bagagem. Sobrevivemos ao vôo em meio aos assentos de plástico no mais horrível tom de amarelo – sem precisar do oxigênio terapêutico, ufa.

aviaochegada.jpg
limbo Dublin-Berlim

A missão: desvendar o sistema de transporte público de Berlim sem falar uma palavra de alemão, uma prévia do que seriam os próximos vinte e tantos dias em terras germânicas, valendo todos os macetes aprendidos em Imagem & Ação.

larry confused.gif

 

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