The Hostel Experience – Lost Inn Lisboa

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Dá saudades só de lembrar. Fomos parar no Lost Inn Lisbon (Beco dos Apóstolos, 6) graças à promoção de €1 por noite, com um pouco de medo do que iríamos encontrar (O Albergue passando em nossas cabeças em looping), mas a economia nos fez arriscar – ainda bem.

Depois da saída conturbada de Berlim e ainda com os corações partidos por deixarmos a Alemanha, fomos acolhidas nessa casa fora de casa. O staff prestativo e atencioso sem ser chato ou forçado; os quartos espaçosos com camas confortáveis; o café da manhã delícia; a sangria acompanhada por chorizo todas as noites (exceto aos domingos, quando a jarra alcoólica dava vez ao caldo verde, também preparado ali). Mais que mimos gratuitos, esses últimos criavam o cenário ideal pra conhecer e trocar dicas e experiências com os outros hóspedes. Na maré de sorte que pegamos, o grupo hospedado na mesma época que a gente não poderia ter sido melhor. Sentados em torno da mesa enquanto Rúben preparava a aguardada sangria (acompanhada das suas famosas piadas), formamos uma família heterogênea de todos os cantos do mundo. Não raro, a sangria era seguida por um pulo no mercado pra comprar a menos que ideal garrafa de Don Simon (e mais algumas cervejas na geladeira do hostel mesmo).

Quartos: espaçosos, bem iluminados, camas confortáveis, com luz, tomada e prateleiras individuais. Nada de cortininha nas camas, mas nem fizeram falta.

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Gavetão maraviwonderful: abria com a chave/cartão individual e cabia o closet da Mariah Carey.

Banheiros: Separados por sexo, sempre limpos e com os melhores chuveiros até agora.

Área comum: Aconchegante como a sala de casa, parada necessária para descansar as pernas das tantas subidas de Lisboa. Livros, jogos e videogame também disponíveis pra entreter nos momentos de pausa turística. A cozinha era bem equipada e sempre limpa e organizada.

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Pros inspirados, tem até karaokê.

Café da manhã: O melhor até agora. Disponível a partir das 7 pros dispostos e ia até as 11 pros que se recuperavam da sangria da noite anterior. Pão caseiro fresquinho (fazendo jus à fama dos padeiros dali), manteiga, boas geléias, nutella, sucrilhos, frios, café (de verdade, nada de instantâneo), chá, sucos, leite, salada (ainda não entendemos essa mania europeia de comer pepino logo cedo) e frutas.

Localização: Ao lado do Cais do Sodré (ponto chave em Lisboa), a alguns passos do Time Out Lisboa (lugar que acolheu nossos cora… pancinhas) e da Rua Rosa e seus tantos barzinhos. A uma subidinha (não tão inha) do Bairro Alto, maior buchicho noturno da cidade.

Não à toa, Portugal tem fama de ter os melhores hostels da Europa. Pra gente, o Lost Inn é o melhor dos melhores. Tudo tem cara de novinho e a atenção e preocupação com cada detalhe se faz notar – além da iluminação, ótima em todos os cômodos.

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Teve até jantar meio família, meio excursão de escola pros expats largados pelo mundo.
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sorvetes maraviwonderful em Lisboa

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Os italianos que têm a fama (e nossas expectativas para os verdadeiros gelatos são altas), mas isso obviamente não nos impediu de nos esbaldarmos nas sorveterias lisboetas. Como pesquisa de campo, fizemos questão de provar todos mais de uma vez (de nada), e esses foram os 3 que gelaram a boca e aqueceram o coração.

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Escuta a Michelle e vem com a gente

Santini: Logo no Mercado da Ribeira já nos deparamos com ele não resistimos ao mini-cone, que vem no tamanho ideal pro pós-banquete ogro no mercado e custa só €1.60. Em outras visitas não tão mini, provamos também outros sabores. Destaque pro de pão-de-ló e o de canela.

Além do stand no Mercado da Ribeira, há uma loja na Rua do Carmo, 9 (próximo aos Armazéns do Chiado) e também em Belém, mas por lá vale mais gastar a cota de doces nos famosos pastéis.

Davvero: A placa em neon com logo bonitinho chamou nosso olhar de longe. O charme da sorveteria não parava na estética. Dentre as tantas opções – indo de manjericão a baobá – o desafio da escolha aumentava com a rotatividade deles: em cada visita nossa, novos sabores apareciam. O sorvete de pinoli conquistou nossos corações, e o de zabaione não ficou muito atrás, não. Ainda há a opção de finalizar seu pedido com um scoop de natas batidas (sem acréscimo no preço, só no colesterol). Fica na Praça São Paulo 1, pertinho da estação Cais do Sodré.

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Amorino: Paramos ali pelas pétalas de sorvete, sem saber que essa é das mais recomendadas sorveterias em Paris. Como de praxe, passamos um bom tempo provando os sabores e, pra nosso alívio, não precisamos nos limitar a apenas 2 (mesmo na casquinha pequena). O de chocolate amargo e o de caramelo salgado dá saudades só de pensar. Tem duas lojas, ambas no buchicho turístico: Rua Augusta 209Rua Garrett 49IMG_0817

Menção para Gelatos Mú, que nem conhecemos e consideramos pacas. Por problemas de logística, deixamos pra visitar no último dia na cidade, mas nossos planos foram por água abaixo com a chuva que insistia em cair. Mas fica em nossos corações como mais um motivo pra voltar à cidade.