Porque Sintra é imperdível?

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Quando em Lisboa, um esticadinha em Sintra é obrigatória. Classificada como patrimônio nacional pela UNESCO, a vila fica a apenas 30 km de Lisboa e é um lugar lindo que lembra o cenário de conto dos irmãos Grimm com seus majestosos palácios e jardins que já abrigaram a realeza portuguesa.

Como chegar em Sintra?
Super fácil, um único trem (quer dizer, comboio) saindo do centro – estação do Rossio – te leva em 40 minutos até Sintra, por €4.30 (ida e volta). Ou Seja, não tem desculpa para não ir. Chegando lá, até a estação já te enche os olhos com mais dos azulejos lindos.maraviwonderful_sintra_22

O que visitamos em Sintra?
Basicamente Sintra tem um centrinho, cheio de lojinhas charmosas e restaurantes, e os caminhos para chegar nas grandes atrações são muito bem sinalizados. Você pode fazer tudo com um busão, tuk tuk, alugar uma bike ou pagar por uma visita guiada. Para salvar o bolso e queimar os docinhos portugueses, fizemos tudo a pé e por conta.

Quinta da Regaleira
Místico! A área, gigantesca e maravilhosa, é cheia de jardins, estátuas, fontes, túneis, grutas e tem até o Poço Iniciático, meio vibe Harry Potter, além de gatinhos, muitos gatinhos. A entrada custa €6 e acompanha um mapa fundamental pro passeio – que pode durar um dia todinho, fácil.
É o mais tranquilo de chegar a pé da Vilamaraviwonderful_sintra_05maraviwonderful_sintra_10

Palácio da Pena
Tanto o Palácio da Pena quanto o Castelo dos Mouros, ficam em pontos (bem) mais altos. Começamos o caminho a pé, mas depois de sermos desencorajadas por vários passantes, aceitamos a derrota e pegamos um tuk tuk para terminar a subida com mais curvas que a estrada de Santos. É possível ir a pé sim, mas exige algum preparo físico (que não precisa ser o da Ronda Roussey) e tempo (a descida a pé levou cerca de uma hora). Vale economizar as pernas, que são muito bem utilizadas em Sintra. Gostamos da emoção do tuk, mas pra quem for fazer o passeio todo em um só dia, vale o bilhete do turístico hop-on/hop-off, que por 5 euros te leva pra todas as atrações. A entrada para o Palácio custa €11.50 e a do Castelo €6.50, mas se você comprar as duas juntas, o pacote sai por €14.50. Há mais combos disponíveis, dá pra fazer a simulação aqui.

Entrando no Parque da Pena, mais subida; pernas pra que te quero, ou onibinhos de €3.50 até a entrada do Palácio em si. Difícil mesmo é decidir pra onde olhar, entre a vista incrível lá de cima, os jardins do entorno e a arquitetura do palácio.

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Castelo do Mouros
O Castelo fica a uma curta caminhada do Palácio da Pena, mas não se engane: tem muito pra andar lá dentro. A vista dá uma bambeada nas pernas dos que temem altura, mas o medo logo da lugar ao encanto. De lá se vê a vila de Sintra toda, o Palácio da Pena e até o oceano atlântico; é vista pra mais de metro.maraviwonderful_sintra_008

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Abstrai a vertigem e aproveita.

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Pastelaria Piriquita
Sim, colocamos a casa de doces como uma atração, como não podia deixar de ser. Impossível ir a Sintra e não provar o famoso Travesseiro de Sintra, com sua massa folhada bem crocante e recheio de creme de ovos (beijo, regime). As queijadas são igualmente famosas, mas estas deixamos pra provar na tradicional Queijadas da Sapa (insere risinho imaturo).

Outros
Mesmo com dois dias de visita, acabamos deixando uma porção de coisas pra trás, por fazer tudo a pé e com calma pra não perder um detalhe. Quem tiver tempo, dinheiro e disposição, Sintra ainda tem Palácio de Monserrate, o Palácio de Seteais, o Palácio da Vila, e o Convento dos Capuchos

Vale dizer que o tempo lá é mais instável que o de São Paulo, então não custa levar um guarda-chuva e pegar um abrigo (como já diria tua avó), sem esquecer do têninhos mais confortável que tiver.

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As maravi girls maravilhadas com Sintra. ❤
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Lisboa: destino criativo

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O banquete visual de Lisboa não para nas vistas fenomenais, e o prato cheio não se limita aos que, como nós, sofrem da maldição de constante busca de referências visuais. Os clássicos azulejos fazem por merecer a fama (e não à toa têm um museu só deles)azulejos_2

Arabescos e motivos tradicionais mesclam-se com traços modernos, desdobrando-se em embalagens, fachadas e peças gráficas em geral carregadas da identidade local sem tom caricato.

Tipografia
Dos neons aos letterings pintados à mão, as tipografias na cidade se juntam aos azulejos para dar uma cara mais única e especial à cidade. Um charme boêmio que só Lisboa tem.

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a famosa, deliciosa e charmosa Ginginha ❤
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azulejos, lettering e o característico azul
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Neon vintage é ❤

 

Embalagens
As embalagens lisboetas são um show à parte. Sabonetes, azeites, pasta de dentes, licores e as sempre presentes sardinhas, são referências que brilham aos olhos. Nunca tivemos tanta vontade de comprar sabonetes e sardinhas… Das mais vintages que são mantidas até hoje até o minimalismo moderno, os portugueses mostram que sabem fazer embalagens criativas.

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Sardinhapalooza
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bons drinks e bons rótulos
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as icônicas pastas couto

Street Art
Entre um azulejo e outro, nos deparamos com grafites fodas (com direito a surpresa de encontrar Bicicleta Sem Freio ao lado da estação Cais do Sodré). O que torna Lisboa um museu à céu aberto.

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Curitibanos do Bicicleta Sem Freio marcando presença em Lisboa

Em meio a embalagens, azulejos, arquitetura e street art, inspiração não falta na cidade.

Pros que procuram um pouco mais, dois museus gratuitos merecem a visita: MUDE – Museu do Design e da Moda (Rua Augusta, 24) e o CCB – Centro Cultural de Belém (Praça do Império).

Miradouros em Lisboa

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Além dos comes e bebes em conta, a capital portuguesa ainda oferece de graça vistas de tirar o fôlego – literalmente, pois as subidas até os miradouros vão te deixar de língua de fora. Não perca a fé ao ser ultrapassado por uma velhinha de bengala fazendo a mesma subida que você de bouas e tá liberado fazer a dancinha do Rocky ao chegar no topo.rocky.gif

Conhecida como a “cidade das sete colinas” Lisboa oferece várias opções de lugares para apreciar vistas e pores-do-sol incríveis. Não caia na roubada do Elevador da Santa Justa, há muita (e melhores) alternativas que não te custam nada e te poupam da fila.

Miradouro da Senhora do Monte

A escadaria mais punk te leva ao ponto do bairro da Graça, mas calma que a vista recompensa. Depois de se recompor, você tem uma vista panorâmica da cidade; do Castelo de São Jorge, passando pelo Tejo, Mouraria, Convento do Carmo, Ponte 25 de Abril, até o Parque Florestal de Monsanto e vale da Avenida Almirante Reis. Fica em frente à capela que dá nome ao miradouro.

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Esse cara sabe apreciar um fim de tarde…

Miradouro de Santa Catarina

O miradouro mais boêmio, sempre cheio. Artistas locais com seu violão descolam uns trocados e dão trilha ao pôr-do-sol, skatistas dão seus pulos, famílias se reúnem e nós não dispensamos um chopinho para admirar a vista magnífica do Tejo ao cair da tarde. Você pode sentar na esplanada do Adamastor ou no Noobai, um barzinho à direita com um terraço charmoso e sempre lotado.

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a atração principal: here comes the sun

Miradouro de São Pedro de Alcântara

Por ali só passamos à noite, mas a vista do Castelo de São Jorge iluminada vale a visita. Você pode sentar em um dos quiosques pra tomar um café enquanto curte a música ao vivo e vê a vida passar. Fica entre o Bairro Alto e o Chiado.

Alternativa ao Castelo de São Jorge

Se o dinheiro estiver curto (sempre), não precisa pagar para entrar no Castelo de São Jorge pra apreciar a vista por ali. Andando pelas redondezas do castelo encontramos um cantinho pra admirar a cidade e seus telhadinhos, mesmo com o tempo nublado. Por ali, há também o Chapitô, onde se pode comer e beber na varanda com a vista de sobremesa. maraviwonderful_miradouros_lisboa_11

 Cais do Sodré

Não é exatamente um miradouro, mas como o tema é a vista, indicamos também toda a extensão do Cais do Sodré, à margem do Tejo. Foi ali que presenciamos nosso primeiro pôr-do-sol lisboeta e de pronto nos encantamos.maraviwonderful_miradouros_lisboa_10

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Esse dia foi foda