The hostel experience – St. Christopher’s Berlim

st-christopher-post

Nosso encanto por Berlim foi tanto que passados os 24 dias no conforto do Airbnb decidimos estender a temporada por mais 4. Pré-seleção feita, saímos pela cidade pra avaliar as opções ao vivo; de cara, o St. Christopher’s Inn  (39-41 Rosa-Luxemburg-Strasse ♦ U2 Rosa-Luxemburg) nos conquistou com seu bar logo na recepção e o U-Bahn à um espirro de distância – quem disse que não temos prioridades? Nessa jornada, descobrimos também que a reserva pelo Hostelworld é sempre mais jogo que direto no balcão, nos poupando preciosos dinheiros.

Sobre o hostel em si:

Quartos: Dessa vez a pobreza apertou e fomos no misto, de 16 pessoas. Com cortininha, luz e tomada individuais, quase nem se notava o empuleiramento todo. Claro, sempre tem a pessoa com crise de tosse do seu lado, ou aquele que resolve fazer a mala às 3 da manhã, mas né? abstrai.

O gaveteiro, pra nossa surpresa, acomodou com folga nossas mochilas tamanho família. Não era o mais prático do mundo, mas praticidade não é exatamente um forte da mochila como um todo.

Banheiros: Femininos, masculinos e mistos, comuns pra todo o andar. Por conta dos nossos horários alternativos (pra não dizer preguiçosos), nunca enfrentamos filas. A limpeza era digna, apesar do banho ser um pouco claustrofóbico: pense Harry Potter no armário embaixo da escada.

Área comum: Lembra que a gente tinha gostado da ideia de ter um bar logo ali? Bom, logo vimos também suas desvantagens. Além de aumentar nosso consumo de cerveja (não que precise de muito, tá certo), em horário de pico faltava espaço pros hóspedes em meio aos tantos clientes do bar. A comida era ok e sai mais em conta pra quem está hospedado ali – mas só descobrimos isso depois, é claro.

Deixando o lado ranzinza de lado, o movimento é bom principalmente nos dias mais frios ou de preguiça. Além da comodidade, o contexto é ideal pra socializar e conhecer gente de tudo que é canto – sejam outros viajantes ou locais que param ali pra tomar umas. Outro ponto positivo era a seleção musical (e a gente é bem chata com isso).

Café da manhã: Não era nenhum buffet 5 estrelas, mas dava um pau no pão com geléia do Isaacs. Pães, frios, suco de laranja, chá, café, cereais e frutas (convenientes pra surrupiar pra um lanche mais tarde).

Wifi: Na cidade com pouquíssimos pontos de wifi, esse surpreendeu por funcionar tão bem e em toda parte, pro nosso alívio.

Staff: Solícitos quando solicitados. De resto, ninguém ali sabe ao certo quem é funcionário, quem é hóspede, quem passou só pra beber.

Localização: Literalmente em frente à estação Rosa-Luxemburg (U2), em Mitte e a menos de 10 minutos a pé até Alexanderplatz. Não por acaso, ficava a 5 do 8mm e do Dolores Burrito, dois favoritos que já mencionamos aqui. 

 

Advertisements

Hostel Experience: Isaacs Hostel

Isaacs Hostel

Gentileza por lá encontramos, a começar pelo hostel. Duas novatas de albergue, escolhemos o Isaacs seguindo recomendação do Hostelworld. Boa localização, staff amigável e conforto na medida… até a chegada de uma excursão de adolescentes franceses, tomando conta das áreas comuns (principalmente cozinha, por horas a fio) com tamanha animação que nos sentimos duas anciãs rabugentas.

Passado o momento Mr. Heckles, por fim conseguimos deixar a introspecção de lado (com ajuda de algumas cervejas), o que nos rendeu risadas e boas dicas de viagem, numa salada cultural de Itália, Alemanha, Croácia, Inglaterra, EUA, Coréia do Sul, Argentina e Austrália.

Na hora do check-out, nem nos lembrávamos mais dos banhos com short bursts de água, da cozinha sempre lotada (onde nossa comida foi usurpada apenas uma vez) ou dos três lances de escada. Partimos já com saudades da playlist da recepção e das amizades relâmpago – que em nada perderam por serem efêmeras.