Cliffs of Moher

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Por preguiça de passeios turísticos, sempre preferimos as caminhadas sem rumo pela cidade. Na recepção do hostel, panfletos apresentavam toda sorte de opções: de Segway Tour à Leprechaun Museum – que, fossem de graça, valeriam pela farofa. Deixando a pão-durice de lado, acatamos a dica de todos irlandeses que encontramos: Cliffs of Moher.

Mais difícil que desembolsar os  €45 foi acordar antes das 6:00 numa manhã fria para enfrentar 3 horas no ônibus (transfigurado sauna, graças ao aquecedor quebrado). Os poréns acabaram aí, no entanto. Chegando a Galway fomos recebidas pelo guia mais simpático e apaixonado pela região. O caminho contou com paradas e breves aulas de geografia e história do lugar.

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Poulnabrone Dolmen: Sobrevivente do período Neolítico, é mais antigo que o Stonehenge, por exemplo.

Castelos, vacas, muito verde e calcário passavam pela janela no dia mais azul que presenciamos no Irlanda – contrariando todas as previsões e recomendações e inutilizando as tantas camadas que vestimos pra escapar do frio e vento que nunca vieram.

Paradinha pra almoço no Gus O’Connors pub pediu dois pints de Smithwick’s, como não podia deixar de ser. A interminável fila no banheiro não deixou tempo de sobra pra provarmos o fudge da Doolin Chocolate Shop logo ao lado, no entanto.

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Pausa para a onipresente cervejinha

Enfim chegamos aos cliffs, que fazem valer uma porção de clichés. Palavras não dão conta de tanta beleza. Podem deixar economia e preguiça pra lá: o passeio vale do começo ao fim.

 Aqui, algumas das fotos – se é que conseguimos mostrar um pouquinho da beleza que vimos ao vivo.

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